Arquivo para Dezembro, 2006

Último post de 2006

Aqui stamos nós a pensar sobre o que correu mal neste ano que agora finda. Pensamos no que fizemos e no que deviamos ter feito e que não fizemos, naquilo que fizemos e que não devíamos ter feito. è um sentomento tão frustrante que deixa de me apetecer fazer qualquer balanço anual. Prefiro deixar-me levar apenas pelo entusiasmo, não pensem que não gosto de prever e analisar oq ue nos acontece na vida, formular os meus desejos para 2007, nada disso, apenas prefiro deixar a vida correr, pois a vida “é composta de mudança”, por isso deixemo-nos levar pela vida vivendo-a ao máximo.

Boas entradas!!

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Carta ao Pai Natal!

O Natal está próximo e temos de fazer os nosso pedidos depois de um ano inteiro a portarmo-nos como deve ser.

Este ano não peço muit coisa, nãp peço mais do que a felicidade. No entanto temos de explicitar isso da felicidade, pois, o termo é sobrejectivo. Não é apenas um bem a adquirir e a tomar como garantido, mas sim, uma condição de vidade que depois de atingi-la, temos de mante-la (o que é o mais dificil). Poderia dizer que a felicidade é sinónimo de ter muito dinheiro, mas prefiro dizer que é ter apenas o dinheiro suficiente. Poderia dizer que é ter profissão nenhuma e mesmo assim assim não viver debaixo da ponte, mas em  vez disso, prefiro dizer que é ter uma profissão e não viver num palácio. Não é termos muitas mulheres e filhsoq ue nem sabiamos que tinhamos, mas sim ter alquém com quem envelhecer.

Por esses motivos os meus pedidos de Natal não são exagerados, apenas dinheiro suficciente, um trabalho decente e a últim coisa já tenho.

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justiça ou nem por isso

Quase todos os dias a primeiro coisa que faço depois da rotineira visita á casa de banho e ao guardafato e aos demais locais básicos para a higiene diária, vou ver os canais de informação que nos informação da situação do país e do mundo logo ao acordar ( e também de madrugado se estivermos acordados acordados, mas não é a esse assunto que me estou a referir9. Todos os dias temos o mesmo género de noticias. Alguém que matou alguém. Alguém que fugiu de algum sitio. alguém fugiu ao fisco. Temos também apitos dourados. Temos pones a cair. Aviões a explodirem e pleno ar ou a embater num qualquer aranha-céus. Temos casos de aborot ilegais. Temos também que nalgum país do terceiro mundo as eleições não foram democráticas. Vemos, mais uma vez, o preço do petróleo a aumentar, a gasolina a aumentar, a infleção a aumentar e o poder de compraa diminuir.

Não precisamos de explicações de ordem psicológica, sociológicas, econmicas ou de qualquer outra espécie, não precisamos de saber quando começaram, como começaram para vermos que não é bom. É bom estudá-las se com isso conseguirmos solucioná-las, é bom chegar-mos ao fim da vida e pensarmos que os nosso filhos não sofrerão como nós, pois já solucionámos os seus problemas, mas, eles irão econtrar outros e concerteza irão solucioná-los e os seus filhos não terão esses mesmos problemas… Todos queremos um mundo justo, não queremos assasinos, nem ladrões e nem tão pouco corruptos a assombrar-nos, matar-nos, mutilar-nos, roubar-nos ou levar-nos o que é nosso por direito (as pessoas que fogem aos impostos roubam a toda agente, inclusive a eles mesmos). Não quero acordar mais. Não quero levantar-me, fazer a minha rotina diária e nesse percurso ouvir e ver as noticias. Não quero ligara televisão. Já não quero saber de nada.

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nós e só nós

Há já algum tempo que não escrevo por aqui, não por falta de tempo, mas mais porque penso que a minha voz não está a ser escutada pelos demais cibernautas, no entanto, decidi voltar, porque é necessário mostrar-mos a nossa opinião e tirarmos de dentro de nós aquilo que nos fostiga e que nos come vivos! E portanto aqui estou eu…

Estou aqui para vos falar de algoq ue me aconteceu na semana passado, algo que eu não gostei, principelmente porque era um apessoa amiga que eu tinha bastante considereçãoo por ela. No entanto , há sempre aquele momento da vida em que sentimos que alguma coisa está mal, só que não sabemos o quê. Foi o que senti quando fui ignorado, pura e simplesmente posto de lado, dizendo isto por autras palavras, para quem não compreendeu, o que me aconteceu é geralmente aquilo que acontece aos animais que consideremos “chatos”, mas será que devemos tratá-los assim?

Existem pessoas que, (in)felizmente, mudam com o tempo. Não sei se isso é bom ou nem por isso. Ainda não percebi, mas se mudar significa que esqueçam os vossos amigos para manterem as vossas aparências actuais, por favor, mantenham-se genuínos!

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