Este mês tem sido um pouco complicado Transitou-se de um ano para o outro e ainda com mais problemas. Além do problema dos políticos também veio a discussão do aborto. A guerra do Iraque e as consequentes mortes já não são novidades. A pressão popular agora é o mote do país. Depois de uma acção popular agitar o sistema judicial português (o caso do militar preso pelo crime de raptp) agora é a vez de da a voz ao povo através do referendo. Voltemos ao tempo em que a time atribui o titulo de pernonalidade do ano á comunidade cibernáutica torna-se evidente que estamos a começar a sair da realidade virtual e a actuar na realidade propriamente dita. A nossa voz deixa-se transparecer. Os comentários são tidos em conta e, por mais incrivel que paraça, já não são os políticos que mandam (engane-se quem pensava que eram os populares é que mandavam). As pessoas sem “reconhecimento público” tinham um só papel de votar e depois arrepender-se. pelos vistos tudo isso mudou. Agora, temos uma paavra a dizer, sem ultrapassar os limites, temos um verdadeiro poder de expressão.
Mas falemos primeiro acerca do caso que agitou o país. Comandante preso. Criança revoltada. Cobertura mediática. Tribunal Constituicional. Pressão popular. Decisão. Caso para dizer que finalmente a justiça funcionou ( não sei se bem ou mal, mas funcionou).
Referendo do aborto. É como costumo dizer, cada pessoa tem as suas convicções. Se se votar não estamos a coonfiar nas instituições do estado e privadas e a aumentar a população, a destruir ou ocnstruir mais uma ou duas vidas, tudo depende das circunstâncias. Ao votar sim, estamos a dar a “última oportunidade” ( atenção que não se está a obrigar, nem a pressionar ninguém para abortar). Mês agitado, ou não?
